Modernidade para renovar a tradição

Rota de vinhos atraem vários turistas

iG Minas Gerais | Mari Campos |

Parreiras. São mais de quinhentos viticultores e quinze tipos de uvas
Mari Campos/AG
Parreiras. São mais de quinhentos viticultores e quinze tipos de uvas
Foi na década de 1980, com a denominação de origem, que a produção de vinho em Somontano virou negócio de verdade. A área congrega hoje 4.700 hectares de vinhedos entre 350 e 750 metros de altitude, distribuídos entre 525 viticultores, 34 bodegas e mais de 100 marcas. Hoje são cultivadas 15 variedades de uva (cabernet sauvignon é a dominante entre oito tintas e sete brancas), incluindo as nativas garnacha, parraleta e garnacha branca.   Foi exatamente em Secastilla que a Viñas del Vero, uma das vinícolas expoentes da região, fincou seus domínios há quase quinze anos, começando com um vinhedo de garnacha (uva símbolo da Somontano) de mais de 70 anos.    Na visita que dura cerca de uma hora, é possível conhecer grande parte do terreno, as ferramentas de produção e armazenamento e, claro, degustar alguns bons vinhos.   A cada ano, em agosto, acontece o Festival del Vino de Somontano, que oferece visitas a vinícolas e delícias gastronômicas, com direito a música ao vivo, em eventos espalhados pela região.   Turistas de olho   A Ruta del Vino Somontano foi criada há alguns anos para orientar e facilitar a vida de quem visita a região: com saídas em ônibus de Zaragoza e Huesca (aos sábados), é a melhor maneira de explorar as vinícolas, com direito a degustações, sem que ninguém precise ficar sem beber para dirigir.   Além da tradicional Viñas de Vero, há outras vinícolas, como a Sers, a Blecua e a Batán de Salas de Beroz, que são muito visitadas.    A imponente sede dos vinhos Blecua, cujo prédio principal com jeito de villa italiana que é uma mistura de estilos novo e antigo impressionante é provavelmente a mais bela delas. Os programas são feitos com reservas antecipadas via receptivos locais.

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