Titanic não foi vítima do ‘azar’ com icebergs

Artigo científico diz que, em 1912, não havia número excepcional de icebergs, como se acreditava

iG Minas Gerais | Da redação |

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Há 102 anos, o transatlântico Titanic, então o maior navio já construído, partia do porto de Southampton, no Reino Unido, para sua viagem inaugural rumo a Nova York, nos Estados Unidos. Mas nunca chegou ao seu destino. Na noite do dia 14 de abril de 1912, o Titanic se chocou com um iceberg a cerca de 600 km da costa da Ilha de Terra Nova, no nordeste do Canadá, e afundou, deixando um saldo de mais de 1.500 pessoas mortas.

Desde então, especulações apontam que o navio teve o “azar” de navegar justamente em um ano que registrou um número excepcional dessas montanhas flutuantes de gelo, mas pesquisadores da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, acabam de colocar um fim a essas teorias. Segundo artigo publicado na revista “Weather”, os registros mostram que 1912 teve, sim, uma quantidade significativa de icebergs, mas nada extremo, sendo muito mais perigoso cruzar aquelas águas atualmente. “(O ano de) 1909, por exemplo, registrou um número pouco maior de icebergs”, disse Grant Bigg, professor da universidade.

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