Eficiente saque de Éder teve influência de referência do vôlei

Durante passagem de Cimed, jogador foi convencido por Renan Dal Zotto a abandonar o saque flutuante

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

Éder vibra ponto conquistado durante a partida eletrizante no ginásio Chico Neto, em Maringá.
Divulgação/CBV
Éder vibra ponto conquistado durante a partida eletrizante no ginásio Chico Neto, em Maringá.

Com 2,05m, o central Éder tem uma verdadeira bomba no saque. Ao todo, são 26 pontos no fundamento, dando importante contribuição ao time do técnico Marcelo Mendez na temporada 2013/2014.

No entanto, sua habilidade precisou ser lapidada por Renan Dal Zotto, que foi técnico do meio-de-rede na sua passagem pela extinta Cimed-SC.

“Antes, eu sacava flutuante. O Renan viu potencial em mim e começamos a trabalhar o saque viagem. Ele insistiu muito pra isso, achou que eu poderia ajudar ainda mais com um outro tipo de serviço. Tive que treinar muito para pegar o jeito da coisa. Acabou dando certo”, agradece o jogador, que nas últimas temporadas vê seu nome constantemente na parte de cima do ranking de sacadores.

Para Éder, um dos segredos do bom saque está no lançamento da bola. Se ela for lançada com precisão, a chance do serviço entrar é enorme. “Acho que essa parte contribui em 60% ou 70% para um bom saque. Se você for bem no lançamento, basta fazer o movimento correto e colocar força na bola para incomodar o outro lado”, ensina.

Ao contrário do saque viagem, quando o serviço vem com grande dose de força e velocidade, o flutuante é um saque mais tática e menos rápido, onde o jogador costuma tirar o peso da bola, variando as opções de colocar a bola em jogo.