Problema constante no DM celeste

Argentino sofre com problema nas tíbias desde o início do ano passado; já defensor tem contrato de risco

iG Minas Gerais | Bruno Trindade Guilherme Guimarães |

Sem previsão. 
O atacante Martinuccio já voltou a treinar, mas ainda não tem condição de jogo
DENILTON DIAS / O TEMPO
Sem previsão. O atacante Martinuccio já voltou a treinar, mas ainda não tem condição de jogo

Para manter o alto rendimento de seus jogadores dentro de campo, a comissão técnica do Cruzeiro também trabalha muito fora dele para deixar os atletas cruzeirenses aptos a desempenhar um grande futebol. Mesmo com a qualidade do Departamento Médico da Raposa em recuperar os seus jogadores, existem dois casos que têm sido difíceis de serem solucionados: os do zagueiro Vilson e do atacante Martinuccio.

A dupla ainda não esteve em campo em nenhuma partida oficial da equipe celeste em 2014. A situação do argentino é mais complicada, já que os problemas físicos têm se arrastado desde o início da última temporada. O gringo era uma das principais apostas da diretoria cruzeirense. Além de renovar o empréstimo do jogador, o Cruzeiro, que já tinha 20% de seus direitos econômicos, adquiriu mais 17%, contando que Martinuccio desse o retorno dentro das quatro linhas.

Porém, o atacante tem sido presença constante no departamento médico. Por causa das dores recorrentes na tíbia das duas pernas, o argentino participou apenas de 11 jogos em 2013 e anotou somente um gol, no amistoso contra o Strikers-EUA, durante a intertemporada celeste nos Estados Unidos. Depois disso, o jogador teve que se submeter a um ato cirúrgico para corrigir os problemas.

Quando ele voltou a treinar e imaginava-se que o caso havia sido resolvido, ele voltou a sentir dores nas tíbias e novamente teve que ser afastado dos gramados, no dia 18 de fevereiro da atual temporada. Somente no último sábado, dia 5 de abril, que Martinuccio voltou a treinar normalmente. Ele atuou pela última vez no dia 4 de setembro de 2013, na vitória contra o Bahia, na Fonte Nova, por 3 a 1.

Já o zagueiro Vilson ainda não estreou com a camisa celeste. Ele chegou ao clube machucado. Por isso, a Raposa assinou um contrato de risco por três meses. A previsão do clube estrelado era que o jogador iniciasse os trabalhos físicos no fim de fevereiro ou em março, o que não aconteceu. O zagueiro permanece em tratamento, e não existe uma previsão sobre o seu aproveitamento nos treinos com o grupo. Assim, dificilmente ele terá seu vínculo renovado.

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