Série descongela o tempo na despedida

Última temporada do humorístico estreia nesta quinta, com flashbacks de outros anos

iG Minas Gerais |

Recordar é viver. Último ano do seriado passará por outros momentos da produção, em flashbacks
Paulo Belote
Recordar é viver. Último ano do seriado passará por outros momentos da produção, em flashbacks

São Paulo. Se todo Carnaval tem seu fim, o do seriado de humor “A Grande Família” chega após 14 anos no ar. “É bom sair no auge, deixando saudade tanto no público como em toda a equipe de produção. Não queríamos sair de fininho”, afirma Marieta Severo, que dá vida a Dona Nenê, sobre o programa que estreia sua última temporada nesta quinta, às 22h30, na Globo.

Guel Arraes, diretor de núcleo responsável pelo humorístico, conta que o final vem sendo preparado há três anos pela direção. “A gente descongelou o tempo, fez o menino crescer, assumiu que agora são duas famílias, a Silva e a Carrara. Para continuar, teríamos de mudar de geração. A ideia é que o ciclo se fechou pelo tempo da própria história”, afirma Arraes, que também pensa que o encerramento vem em um momento oportuno. “Melhor terminar enquanto estamos no auge”, completa o diretor.

Da última temporada de “A Grande Família”, pode-se esperar ideias inéditas nos episódios da atração, como Dona Nenê em crise com a família e incerta de suas escolhas. Ela vai, inclusive, parar no divã. “Vamos ver como ela abriu mão de coisas na vida dela e como isso afetou toda a família”, diz Guta Stresser, que faz a filha de Nenê, Bebel. Sobre Nenê frequentar sessões de terapia, a psiquiatra da matriarca da família Silva será interpretada por Eva Wilma.

À frente da Carrara Táxi, Bebel também lida com dilemas pessoais: será a hora de ter um segundo filho? “Vamos usar também muita passagem de tempo”, diz Marieta sobre os flashbacks de temporadas passadas que serão exibidos nos capítulos.

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