IPC-S vai a 0,96% na 1ª quadrissemana de abril, diz FGV

Das oito classes de despesa analisadas, quatro apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: Alimentação, Vestuário, Saúde e Cuidados Pessoais e Despesas Diversas

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou para 0,96% na primeira quadrissemana de abril, informou nesta terça-feira (8), a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O resultado ficou 0,11 ponto porcentual acima do registrado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador apresentou variação de 0,85%.

Das oito classes de despesa analisadas, quatro apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: Alimentação (de 1,66% para 2,05%), Vestuário (de 0,63% para 0,97%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,49% para 0,71%) e Despesas Diversas (0,26% para 0 36%).

Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Habitação (de 0,56% para 0,53%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,94% para 0,73%), Transportes (de 0,69% para 0,63%) e Comunicação (de 0,05% para -0,08%).

Alimentos

O grupo Alimentação, que avançou de 1,66% na quarta quadrissemana de março para 2,05% na primeira quadrissemana de abril, foi o que mais contribuiu para a aceleração do IPC-S. O indicador geral subiu 0,11 ponto porcentual, de 0,85% para 0,96% entre os dois períodos.

Dentre as quatro classes de despesa que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens carnes bovinas (de 1,61% para 2,48%), no grupo Alimentação; medicamentos em geral (de 0,04% para 0,73%), no grupo Saúde e Cuidados Pessoais; roupas (de 0,80% para 1,28%), no grupo Vestuário e clínica veterinária (de 0,78% para 1,32%), em Despesas Diversas.

De forma isolada, os itens com as maiores influências de alta foram batata-inglesa (de 44,21% para 44,30%), tomate (de 42,57% para 30,30%), refeições em bares e restaurantes (de 0,92% para 1 07%), leite tipo longa vida de (de 3,20% para 4,17%) e gasolina (de 0,84% para 0,94%).

Já os cinco itens com as maiores influências de baixa foram frango em pedaços (apesar de diminuir o ritmo de deflação de -2 47% para -2,46%), maçã (de -5,66% para -5,98%), tarifa de telefone residencial (de -0,48% para -0,63%), alimentos preparados e congelados de ave (apesar de diminuir o ritmo de baixa de -3,33% para -2,19%) e tarifa de táxi (de 1,19% para -1 61%).

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