É preciso formar um mercado consumidor

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Quem está de fora pode achar ridículo, mas jogador fica imerso
JASON HENRY
Quem está de fora pode achar ridículo, mas jogador fica imerso

SÃO FRANCISCO. A maioria dos designers de jogos está em êxtase com as possibilidades da realidade virtual. “Quero muito fazer um jogo em realidade virtual”, afirmou Patrick Plourde, diretor criativo do estúdio da Ubisoft em Montreal, onde trabalham 2.000 desenvolvedores.

Mas Lionel Raynaud, vice-presidente de criação da Ubisoft Montreal, destacou que o estúdio ainda não planeja desenvolver esse jogo. Milhões de unidades da nova tecnologia precisariam ser vendidas antes que o negócio fosse viável para grandes desenvolvedores, sugeriu. “Um ou dois fracassos já são o bastante para levar a empresa à falência”, afirmou Raynaud. “É preciso haver um mercado antes”.

Os entusiastas não estão preocupados com as vendas. “Acho que existe potencial para bilhões de usuários”, afirmou Tim Sweeney, fundador da Epic Games, que criou dois demos para o Oculus Rift. Sweeney enfatizou que as tecnologias de realidade virtual atuais estão para o aparelho dos seus sonhos assim como os primeiros aparelhos móveis – lembrem-se do Palm Pilot – estão para o iPhone 5S. “Estamos na versão 1 de uma tecnologia que vai mudar completamente o mundo ao chegar à versão 5”, afirmou. (CS/NYT)

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