Nunca mais direi: ‘Eu não posso’

iG Minas Gerais |

Muitas vezes, trazemos profecias, declaramos algumas realidades espirituais sobre a nossa vida que não têm base na Palavra de Deus. Há um poder muito grande em nossas palavras. Provérbios, capítulo 18, versos 20 e 21 dizem: “Do fruto da boca o coração se farta, do que produzem os lábios se satisfaz. A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto”. Muitas vezes, dizemos tantas bobagens como: “Não vai dar certo”, “Eu nunca vou me casar”, “Não há cura para essa doença”, “Não há jeito para o meu casamento, para os meus filhos”. Ao fazer proclamações de derrota, a pessoa lança sementes. Nossas palavras não se perdem, há nelas poder. Elas não desaparecem; no mundo espiritual, permanecem a ponto de Jesus falar que daremos conta de todas as nossas palavras frívolas e daquelas palavras desprovidas de sabedoria, aquelas proferidas num rompante, na hora errada. Por isso, eu quero convidá-lo a dizer “nunca mais” para algumas situações. Nunca mais eu direi: “Eu não posso, pois ‘posso todas as coisas naquele que me fortalece’”. Podemos dizer isso porque temos que viver não por aquilo que sentimos, mas por aquilo que a Bíblia diz. Temos que nos alimentar daquilo que a Palavra de Deus proclama. Se você sempre profere palavras negativas, dizendo que não pode isso ou aquilo, mude essa fala, volte-se para a Palavra que diz que você pode todas as coisas naquele que lhe fortalece, você comerá do fruto de suas palavras. Há um poder nas palavras. Que você faça o propósito de não mais dizer: “Eu não posso”, “Sou fraquinho”, “Não sou nada”, “Sou miserável”, “Sou um coitado”, “Nada vai dar certo em minha vida”. Saiba que você não é o que os olhos veem, você é o que a Palavra diz que você é, e ela diz que tudo é possível ao que crê. Nunca mais alegarei falta de alguma coisa, pois aprendi que: “O meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Fp 4.19). Tantas são as pessoas que profetizam a elas mesmas que não irão se casar, porque já passaram da idade, que não farão um curso de graduação, porque não terão condições financeiras de arcarem com os estudos, que não passarão num concurso público porque é a coisa mais difícil do mundo. Elas ainda não aprenderam sobre o poder que há nas palavras que proferem, do mal que estão fazendo a si mesmas. Outras alegam falta de tantas coisas, mas a Palavra ensina de maneira diferente, em Filipenses 4.19 está escrito: “E, o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades”. É hora de parar de dizer tantas coisas ruins a respeito da própria vida. E não se trata de pensamento positivo, não é nada disso, mas trata-se da força do poder da Palavra de Deus. “Do fruto da boca, o coração se farta, do que produzem os lábios se satisfaz. A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto”. “Fé é você chamar à existência as coisas que não são como se já fossem”. Minha filha Ana Paula havia se casado e tinha o sonho de ter um filho, mas o filho não vinha. Eu queria ser avô, mas o meu neto não chegava. Num gesto profético, plantei uma jabuticabeira no quintal da minha casa, profetizei que os meus netos chegariam. Desejava vê-los colhendo o fruto daquela árvore. Não tinha nenhum neto, mas profetizei o nascimento por meio de um gesto, o de semear, plantar. Deus honrou, os netos chegaram, hoje temos quatro, sendo dois da Ana, um do André e um da Mariana. Compartilho uma de minhas experiências para lhe mostrar o poder que há em nossas palavras, quando, pela fé, chamamos à existência o que ainda não existe. Deus os abençoe!

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