Lacres clonados não levantavam suspeita

iG Minas Gerais |

Santos. No procedimento de exportação de mercadorias no Porto de Santos, os contêineres são carregados em locais privados que são conhecidos como Redex (Recintos Alfandegários de Exportação), onde são lacrados e encaminhados ao porto para embarque.

Nessa investigação contra o tráfico, a Polícia Federal descobriu que os criminosos providenciavam a colocação da droga em mochilas e sacolas, que eram inseridas nos contêineres por funcionários particulares, sem o conhecimento dos donos das cargas ou dos navios.

A droga seguia junto com um lacre clonado. No local de destino, outros integrantes das quadrilhas rompiam os lacres, recuperavam a cocaína e colocavam os lacres clonados, para não gerar suspeitas.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave