Honduras busca 1ª vitória em Mundiais

iG Minas Gerais | victor martins |

“Isso é o único que eu não gosto do grupo, porque, no nosso caso específico, vamos jogar em Porto Alegre, depois em Curitiba e, por fim, em Manaus. Teremos que atravessar o país, mas, são situações iguais ao sorteio, e temos que aceitar.”- Luis Fernando Suárez, técnico de Honduras
Moises Castillo/AP
“Isso é o único que eu não gosto do grupo, porque, no nosso caso específico, vamos jogar em Porto Alegre, depois em Curitiba e, por fim, em Manaus. Teremos que atravessar o país, mas, são situações iguais ao sorteio, e temos que aceitar.”- Luis Fernando Suárez, técnico de Honduras

O fato de estar no Brasil para disputar a terceira Copa do Mundo de sua história, sendo a segunda consecutiva, por si só já é o grande feito de Honduras em 2014. Se o sorteio não foi tão cruel como poderia, tendo o exemplo da Costa Rica, que também é da Concacaf e vai enfrentar apenas seleções campeãs mundiais, os hondurenhos também não podem comemorar.  Se caiu no grupo sem um bicho-papão de cabeça de chave, já que a Suíça ocupou esse lugar pelo ranking e não pela tradição, Honduras estreia contra a França e ainda tem o Equador no caminho. O encontro com os equatorianos, aliás, vai ser especial. Hoje o técnico da seleção hondurenha é o colombiano Luis Fernando Suárez, que era o comandante do Equador em 2006, quando os sul-americanos alcançaram as oitava de final, na Alemanha. Por outro lado, o atual treinador do Equador é o também colombiano Reinaldo Rueda, que em 2010 foi o responsável por conduzir Honduras de volta ao Mundial, depois de 28 anos ausente. “Algum conhecimento há, porque trabalhamos no Equador e ele em Honduras, então provavelmente temos maior conhecimento que as outras duas equipes. Temos que nos preparar muito bem para qualquer situação. Tenho o sentimento de querer passar e tomara que o Equador também possa ir para a próxima fase”, disse Suárez. Mas, para conseguir passar de fase, Honduras tem de vencer seu primeiro jogo em Copa do Mundo. Nas duas participações anteriores, a equipe branca e azul não foi além do empate. Em seis jogos, são três empates e três derrotas. Na última Copa, aliás, os hondurenhos não conseguiram marcar um gol sequer.

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