Suíça quer revanche e ir mais longe no Mundial

Seleção suíça conta com o jovem Shaqiri, destaque do Bayern, para passar da fase de grupos no Brasil

iG Minas Gerais | VICTOR MARTINS |

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A Suíça chega ao Brasil para disputar a Copa do Mundo pela décima vez. Ainda sem um grande brilho no Mundial, a geração que tem Xherdan Shaquiri como principal estrela acredita que pode ir bem mais longe do que em 2010, quando não passou da primeira fase.

O técnico é o mesmo. O alemão Ottmar Hitzfeld espera fechar bem o ciclo na seleção suíça. No comando da equipe desde 2008, o treinador campeão da Champions League em duas oportunidades, em 1997 e 2001, já anunciou que deixa o cargo depois da disputa no Brasil e vai se aposentar do futebol.

Na África do Sul, há quatro anos, a Suíça começou muito bem e venceu a Espanha por 1 a 0. Porém foi a única coisa boa de 2010, ganhar do time que semanas depois se tornaria campeão mundial.

A eliminação foi diante de Honduras. Com o empate sem gols na última rodada, os suíços ficaram atrás dos chilenos. Se tivesse vencido por dois gols de diferença, a Suíça que teria enfrentado o Brasil, não o Chile, como aconteceu.

E dentro daquelas coincidências que o futebol sempre proporciona, a Suíça tem a chance, duas vezes, de vingar ou, então, mostrar que foi apenas azar o empate sem gols há quatro anos. Além da França, a Suíça enfrenta a própria Honduras e o Equador, hoje é treinado pelo colombiano Reinaldo Rueda, que em 2010 era o técnico dos hondurenhos.

Portanto, não repetir a queda prematura de 2010 e até igualar as melhores campanhas em Copas, já seriam grandes feitos para quem não tem nada traçado, como revela Ottmar Hitzfeld. “Devemos fazer o nosso melhor para sobreviver à fase de grupos. Não nos impomos nenhum limite. Queremos seguir na competição o quanto nós conseguirmos.”

Se no banco a suíça conta com a experiência de um alemão, em campo o jovem Shaqiri é um dos destaques do Bayern de Munique, o principal clube da Alemanha. E o meia-atacante tem correspondido dentro de campo. Apesar da pouca idade, já são mais de 30 jogos pela seleção e com bons resultados, inclusive com a vitória sobre o Brasil, a última sofrida pelo time de Scolari.

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