Prédios antigos do Centro têm procura

iG Minas Gerais |

As unidades habitacionais do edifício Excelsior serão entregues em março de 2015. Esse empreendimento veio no rastro de um outro grande sucesso de vendas, o edifício Chiquito Lopes – primeira edificação a passar pelo processo de retrofit, localizada na Rua São Paulo, com 167 unidades com área total de 37 metros quadrados a unidade. Cada uma delas vale hoje no mercado cerca de R$ 280 mil.

O mais novo empreendimento do gênero, também a cargo da incorporadora de Diniz Camargos, é um edifício localizado na rua Caetés, esquina com Espírito Santo, onde funcionavam escritórios da empresa de ônibus São Geraldo, que serão convertidos em cem unidades habitacionais de 28 metros quadrados cada. As obras, segundo o empresário, serão concluídas em meados do ano que vem.

A escassez de terrenos para construção em BH e a opção por morar próximo ao local de trabalho são os principais fatores que vem levando as construtoras e incorporadoras a optarem por oferta de imóveis compactos, afirma o vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Lucas Guerra Martins.

Essa modalidade de edificação, segundo ele, torna o metro quadrado entre 15% e 29% mais caro em relação aos com áreas maiores. “Cada vez mais o mercado está voltado para os que não carecem de muito espaço para viver”, diz Martins, apontando os altos preços dos imóveis na capital como outro fator relevante para esse processo. (JR)

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