Ideia fixa para a carreira

No ar em “Pecado Mortal”, Bernardo Velasco conta que demorou a conseguir papel na trama da Record

iG Minas Gerais | belisa taam |

“Gosto da adrenalina de ter pouco tempo para decorar textos. Acho que isso é fundamental para um ator”
Record/Divulgação
“Gosto da adrenalina de ter pouco tempo para decorar textos. Acho que isso é fundamental para um ator”

Bernardo Velasco viu na chance de atuar em “Pecado Mortal” – folhetim da Record assinado por Carlos Lombardi – o momento certo para se firmar como ator. No entanto, o intérprete de Romeu relembra o caminho árduo para conquistar seu lugar na atual trama da emissora paulista. “Fiz seis testes até conseguir o personagem. A equipe de produção foi bem criteriosa para selecionar o ator”, relembra.

Apesar da pouca experiência frente às câmeras, o ator confessa que uma de suas pretensões artísticas era começar a sua trajetória artística pela televisão. Após uma participação em “Malhação Conectados”, da Globo, em 2011, Bernardo resolveu investir em diferentes cursos de interpretação para se aprimorar como ator profissional. “Gosto da adrenalina de ter pouco tempo para decorar textos. Acho que isso é fundamental para um ator crescer profissionalmente no meio”, revela.

Na trama de “Pecado Mortal”, seu personagem ganhou mais destaque após desmascarar o vilão Picasso, interpretado pelo ator Vitor Hugo, por ter abusado sexualmente sua namorada, Silvinha, de Lua Blanco.

Para Bernardo, a boa relação com os colegas de elenco foi determinante para a fluidez nas cenas mais fortes entre os personagens. “O importante era construir uma cumplicidade entre o casal, para assim, trazer essa energia e humanizar o momento de dor”, avalia.

Preferência  

Ator: Wagner Moura Atriz: Gloria Pires Humorista: Fábio Porchat Novela preferida: “Avenida Brasil”, de 2012 Vilão: Carminha, de Adriana Esteves em “Avenida Brasil” Filme: “Os Intocáveis”, de Brian de Palma Livro de cabeceira: Todos sobre métodos da interpretação de Stanislavski Autor: Carlos Lombardi Diretor: Jorge Furtado A que nunca assiste: Programas sensacionalistas O que falta na TV: Produções brasileiras O que sobra na TV: Baixaria

 

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