O futuro começa agora com as próximas eleições

É possível mudar nosso Estado de Minas Gerais para melhor

iG Minas Gerais |

Minas Gerais está sob novo governo desde ontem. A mudança, no entanto, deve se restringir ao estilo. Parlamentar experiente, presidente da Assembleia Legislativa no governo Aécio Neves e vice-governador de Antonio Anastasia, Alberto Pinto Coelho, homem público honrado, não deve promover grandes mudanças na forma de conduzir os destinos do Estado. O mais provável é que o atual modelo de gestão seja mantido. E que seja assim, em respeito à escolha que as mineiras e os mineiros fizeram nas urnas quatro anos atrás.

A cerimônia de transmissão de cargo, no Palácio da Liberdade, marcou, no entanto, o início informal da temporada eleitoral. A troca de comando ocorre justamente para permitir candidaturas e viabilizar as alianças partidárias que serão apresentadas aos cidadãos a partir de julho. Aos poucos, a sociedade começa a voltar sua atenção para o futuro. E eleições, afinal de contas, são exatamente isso, a possibilidade de escolhermos o futuro que queremos.

A maneira mais óbvia de participação é por meio do voto, mas, com a consolidação da nossa democracia, os brasileiros dão sinais cada vez mais evidentes de que pretendem ampliar seu poder de influência. Querem participar da gestão e não se satisfazem apenas com o direito de ir às urnas. Sinal de avanço que deve ser estimulado. É preciso abraçar a atividade política, não renegá-la.

É isso que nós, do Partido dos Trabalhadores, pretendemos com as Caravanas da Participação – a gente quer saber o que é melhor para você. Estamos na estrada para estimular o envolvimento da sociedade e, com sua colaboração efetiva, construir um programa de governo a ser apresentado durante a campanha. Até junho próximo, vamos correr Minas Gerais para ouvir o que as mineiras e os mineiros querem.

Em que cidade, em que Estado e país querem viver? Que futuro esperam para si e para seus filhos? Quais as suas prioridades? A partir desse sentimento, vamos dar o norte à campanha, aproximando-a o máximo possível dos anseios externados em nossas rodas de conversa. É nesse modelo de política que acredito, em que o agente público, seja parlamentar, prefeito, governador ou presidente da República, ouve o cidadão e torna-se o mediador de seus interesses. Fizemos isso na Prefeitura de Belo Horizonte, por meio do Orçamento Participativo.

Nos próximos meses, além de ouvir, vamos prestar contas do que foi feito por Minas Gerais nos governos do presidente Lula e da presidente Dilma – essa, aliás, é outra obrigação do agente público. De antemão, asseguro que não foram poucos os recursos investidos no nosso Estado, nas mais variadas áreas.

Vamos comparar com o que foi feito por Minas nos governos anteriores aos do PT e, a partir disso, propor e convencer os eleitores de que é possível mudar nosso Estado para melhor. O futuro de Minas Gerais é o futuro que cada um de nós, mineiras e mineiros, formos capazes de projetar e construir juntos. 

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