Momento de fazer história

Mineiras e paulistas do Sesi-SP fazem, na cidade de São Paulo, jogo decisivo das quartas de final

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

Igualdade. Com campanhas parecidas na temporada, Praia Clube e Sesi não falam em favoritismo e se preparam  para jogo disputado
Ivan Amorim / CBV
Igualdade. Com campanhas parecidas na temporada, Praia Clube e Sesi não falam em favoritismo e se preparam para jogo disputado

Em sua sexta participação na Superliga feminina, o Banana Boat-Praia Clube terá, hoje, a chance de chegar ao seu maior momento dentro da competição. A partir das 21h30, em São Paulo, o time encara o Sesi-SP, no terceiro e último jogo das quartas de final. O SporTV transmite ao vivo.Quem vencer, encara o Molico-Nestlé-SP na briga pela decisão.

Depois de perder o primeiro confronto da série fora de casa, o time mineiro descontou o revés, vencendo em Uberlândia e forçando o encontro decisivo. Na fase de classificação, os times terminaram com a mesma campanha (17 vitórias e nove derrotas), além de cada um ter vencido o jogo realizado dentro de seus domínios.

“Chegou a hora de quebrar esse tabu. Precisamos vencer fora de casa para conseguir essa classificação histórica. Os números mostram a igualdade entre as duas equipes. Precisamos fazer como no último jogo, quando jogamos bem e mostramos regularidade”, analisa o técnico Spencer Lee.

No triunfo, no último domingo, o Praia cometeu apenas 17 erros nos quatro sets disputados. No primeiro jogo, foram 29 falhas no mesmo número de sets realizados. “Nós nos comportamos muito bem, e a torcida inflamou o time, deu uma motivação e força muito importantes. Fomos mais competitivos. Foi uma vitória na base da superação. A vontade fez a diferença”, esclarece o treinador, que acredita que o time precisará contornar alguns esperados problemas.

“Tentaremos jogar a pressão para o outro lado e evitar cometer muitos erros. A expectativa é a melhor possível, sabemos que não vai ser fácil. É um jogo que define nossa vida na competição. Não podemos perder o foco. Teremos alguns elementos diferentes, como a questão da torcida. Isso pode fazer com que queiramos ainda mais, já que mexe com o brio de cada uma”, comenta o técnico.

INSPIRAÇÃO. A boa atuação do time no segundo encontro das quartas fez Spencer Lee realizar poucas modificações. O time trabalha forte para desempenhar bem seu papel e dar a menor carga possível de trabalho ao comandante. “Antes, eu fiz alterações para dar ritmo para algumas atletas. No último jogo, isso não foi tão necessário, todas jogaram muito bem. Elas possuem méritos por todas as dificuldades encontradas. É hora de ir com tudo”, projeta.

A levantadora Juliana Carrijo também espera uma atuação dentro do que o time pode render. “Sabemos que é possível, mas precisamos errar pouco. Tivemos uma temporada de jogadoras indo e voltando, isso atrapalha. Estamos vivas e nos superando a cada jogo. Será uma batalha e queremos sair com a vitória”, destaca.

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