Trama cresce com os telespectadores

iG Minas Gerais |

“Analisando a história comparativamente, enquanto a resistência de Dorne foi reconhecidamente inspirada na resistência do País de Gales a tentativas de conquista por parte da Inglaterra Normanda e Plantageneta entre os séculos XI e XIII, a desistência de Aegon em prosseguir com seu plano de conquista integral de Westeros e a retirada em Dorne evocam o fim da expansão romana na Europa continental, ocorrido durante o reinado de Otaviano Augusto”.

O trecho acima não está em nenhum livro de história. Dorne e Westeros não existem. Foram criados pela mente genial de George RR Martin para abrigar seus heróis, mortos-vivos e dragões com tantos detalhes, tanto realismo, que hoje há livros, mapas, aplicativos e análises como essa, retirada do blog historiadegeloefogo.wordpress.com. Os estudiosos do universo de “Game of Thrones” associam o dragão de Valyria à águia romana, se debruçam sobre a história dos sete reinos, que na verdade são nove, criam árvores genealógicas, mapas, linhas do tempo e não poupam esforços nas análises.

Os mais talentosos homenageiam seus personagens favoritos com trabalhos que ganham notoriedade nas redes sociais. Faça uma busca por “Game of Thrones fan art” para se deliciar com os retratos.

Os personagens têm perfis nas redes sociais e geraram incontáveis memes criados por fãs, sem falar nas “wikis”, enciclopédias colaborativas dedicadas à história e à mitologiada série. Até os jogos entraram da dança dos dragões: o mundo de “Game of Thrones” está sendo recriado no simulador de construções Minecraft. (IM)

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