A voz da Celeste

iG Minas Gerais |

A caravana da vitória vai sair de Confins, amanhã, às 8h. Estamos levando na mala muito incentivo, esperança e, acima de tudo, o sentimento de que a Nação Azul fez o seu papel durante todo tempo. A semana é de decisão e os jogadores e a comissão técnica estão confiantes. Eu também venho falando com vocês, meus amigos leitores, que tenho certeza da vitória. Neste ano, o maior de Minas não conseguiu repetir o futebol do Campeão Brasileiro de 2013. Mas sabemos que não vai ficar assim o resto do ano, porque ninguém desaprende de jogar. Uma hora os guerreiros azuis vão voltar a jogar bola. Espero que seja amanhã, em cima da LaU. Marcelo Oliveira não deve mexer muito no time, mesmo porque, na hora de decisão, ele sabe com quem pode contar. Vou estar lá ao vivo. Podem acompanhar pelo meu Twitter, @SERGINHOAE. Eu não acredito, eu tenho certeza!

Avacoelhada

No empate com o Atlético por 1 a 1, pela segunda partida da semifinal do Mineiro, o América demonstrou mais espírito de decisão do que no primeiro confronto. Apesar das falhas técnicas, o Coelhão teve atitude competitiva e combativa. O time americano não se intimidou com as reclamações dos jogadores atleticanos nem com a pressão da torcida adversária. O jogo foi equilibrado no primeiro tempo, mas a produtividade caiu na segunda etapa, depois da saída de Ricardinho e a injusta expulsão de Carlos Renato, que se destacou pelo gol marcado. Matheus, Gilson, Leandro Guerreiro, Andrei, Tchô e Ricardinho mostraram mais qualidades do que defeitos. Elsinho falhou na marcação. Lucena, Elvis e Obina deixaram a desejar. Aliás, Obina é artilheiro finalizador, dependente dos cruzamentos dos laterais pela linha de fundo e assistências dos meias.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Antes do clássico contra o América, eu disse que, se nada de anormal acontecesse, o Galo se classificaria tranquilo para a final do Estadual. Na verdade, houve muitas anormalidades, tais como, erros crassos da arbitragem contra o Galo, expulsões, confusões e por aí afora. Mas, ainda assim, o Galo chegou a mais uma decisão mineira. Eu não tenho nada a ver com outros times – meu dever, que cumpro com prazer, é falar do meu Galo –, mas quero me ater a um assunto que fez parte do jogo de domingo: a covardia e a maldade do time americano. O Coelho perdeu na bola e perdeu também a esportiva. Bateu o tempo todo, foi extremamente desleal e tentou a todo custo machucar nossos jogadores para tirá-los da final. Felizmente, não conseguiu e sucumbiu ante à superioridade do Galo. Saber perder é uma virtude, e o América não soube. Dá-lhe Galo!

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