PBH assina contrato para tratamento das capivaras da lagoa da Pampulha

Trabalho vai custar R$ 182 mil; até que a empresa contratada inicie os procedimentos, uma equipe da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte alimenta os animais periodicamente com cana-de-açúcar

iG Minas Gerais | Priscila Piotto |

Animais. A prefeitura da capital estima que haja cerca de 250 capivaras na região da Pampulha e prepara a retirada dos roedores
UARLEN VALERIO / O TEMPO
Animais. A prefeitura da capital estima que haja cerca de 250 capivaras na região da Pampulha e prepara a retirada dos roedores

A Equalis Ambiental foi contratada nesta segunda-feira (31) pela Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte para remover e tratar as cerca de 250 capivaras que vivem na orla da lagoa da Pampulha, na capital. O trabalho vai custar R$ 182 mil.

Após a publicação do contrato no “Diário Oficial do Município” – ainda sem data prevista –, a empresa terá que apresentar o projeto completo do trabalho. De acordo com o vice-prefeito e secretário municipal do Meio Ambiente, Délio Malheiros (PV), a intenção é, além de verificar o estado geral de saúde dos animais, identificar quais roedores são reservatórios do carrapato-estrela, causador da febre maculosa.

Os carrapatos retirados dos animais serão enviados à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, para análise. As capivaras que estiverem doentes serão sacrificadas e terão os corpos incinerados.

Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, até que a empresa contratada inicie os procedimentos, uma equipe da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte alimenta os animais periodicamente com cana-de-açúcar e cuida do manejo deles.

Entenda

Transmitida ao homem pelo carrapato que sobrevive do sangue das capivaras, a febre maculosa provoca febre alta, dores no corpo e na cabeça, falta de apetite, desânimo e manchas vermelhas na pele. 

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