Marcelo admite discussão com Dagol, mas diz ser conversa de vestiário

Atacante celeste também falou sobre o assunto e, ao contrário, negou o "atrito" entre as partes

iG Minas Gerais | BRUNO TRINDADE |

Washington Alves/VIPCOMM
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O técnico do Cruzeiro, Marcelo Oliveira, admitiu, nesta sexta-feira, na Toca da Raposa II, que teve uma discussão com o atacante Dagoberto, no intervalo do jogo contra o Defensor-URU, no Mineirão, pela Copa Libertadores. Conforme havia adiantado o portal SuperFC, o camisa 11 ficou insatisfeito por ter sido substituído e reclamou com o treinador, que retrucou o atleta, gerando uma discussão mais efusiva.

O comandante celeste, porém, disse que tudo não passou de uma conversa de vestiário. Ele afirmou também que fica preocupado por saber que a informação surgiu de dentro para fora. “Estamos há um ano e três meses no Cruzeiro e acho que, às vezes, as pessoas estavam desacostumadas e sentem falta de alguma coisa pra agitar, pra se ter uma notícia diferente. Pode ser que, alguém que não seja do futebol, não entenda um vestiário no intervalo de um jogo. Às vezes, é necessário falar mais alto, às vezes, é necessário orientar de uma forma não muito educada. E o jogador que tem brio, ele nunca quer sair, eu também não gostava de sair quando eu jogava”, disse.

“Mas não teve absolutamente nada. Eu tenho um vestiário tranquilo. Um jogador que queria jogar um pouco mais, mas era necessário dele sair naquele momento. Tanto foi bom que nós recompusemos o time e fizemos o segundo gol, e poderíamos ter feito até mais, mas nada fora do normal, tudo tranquilo, não sei de onde surgiu isso. Me preocupa porque veio de dentro do vestiário para fora. A preocupação é de que alguém possa, de dentro do vestiário, querer criar uma nova situação para o Cruzeiro”, completou o treinador.

O atacante Dagoberto também falou sobre o assunto e disse que não houve nenhum tipo de discussão. “Notícia que vende é isso, é querer colocar coisas. Sou tranquilo de falar das coisas que faço, sou homem acima de tudo. O que acontece em um clube de futebol é entre homens. Levei pancada forte. Ele (Marcelo) passou pra mim que era melhor segurar. E eu falei que eu queria jogar, é isso. Marcelo tem grupo nas mãos, nos respeitamos muito, está tudo bem e queremos sempre o bem do Cruzeiro”, afirmou o camisa 11.  

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