Expectativa de correção das distorções

iG Minas Gerais |

Enquanto para alguns servidores o clima ontem era de temor, para outros, era de expectativa. É o caso do professor de educação física Leonardo Gontijo, 29. Ele conta que, em 2011, fez o concurso público para a sua área e acabou sendo nomeado no ano passado. Antes disso, porém, ele era designado no Estado.

“Tomei posse no ano passado, mas tive que ocupar um cargo incompleto, ganhando menos, porque o melhor cargo estava ocupado por um servidor beneficiado com a Lei 100”, explica. Agora, segundo ele, será possível atuar para onde foi aprovado. “Como servidor, a gente tem estabilidade e vínculo. Antes, por exemplo, eu não tinha férias-prêmio”, explica. A diferença salarial entre um cargo e outro é de R$ 1.000.

Segundo Leonardo, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) gerou preocupação ontem. “Principalmente devido à falta de informação sobre o assunto”, conta. (IL)

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