Assaltante tenta levar carro de PM e é morto no Coração Eucarístico

Suspeito foi reconhecido por outras três vítimas, que já haviam sido roubadas pelo criminoso; crime aconteceu nas imediações da PUC

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Um assaltante foi morto por um soldado da Polícia Militar na noite desta quinta-feira (27), no bairro Coração Eucarístico, na região Noroeste de Belo Horizonte. O suspeito já era conhecido na região por praticar roubos de carros.

O militar havia acabado de estacionar seu carro na rua Padre Demerval Gomes, na Praça da Federação - conhecida como Praça do Coréu -, onde iria encontrar com amigos. O soldado e a mulher desceram do veículo e foram imediatamente abordados por dois criminosos.

De acordo com testemunhas que estavam no local, o suspeito gritou para as vítimas que ele havia perdido. O soldado revidou afirmando: aqui é policial. O suspeito percebeu a situação e atirou contra o militar. A bala atingiu o portão de uma residência. Em seguida, o militar revidou atingindo o criminoso. O segundo suspeito fugiu em direção a Via Expressa e não tinha sido localizado até às 23h.

O militar e a mulher não se feriram, mas ele foi levado para a Central de Flagrantes da Polícia Civil, em Belo Horizonte, para prestar depoimento.

Violência na região

“Levaram meu carro e todos os pertences que estavam dentro dele, inclusive meus equipamentos”, declara Humberto Paolinelli fotógrafo roubado pelo suspeito na segunda-feira (24). O veículo dele foi encontrado na quarta (26), em Contagem. 

O fotógrafo relatou ainda que, assim como hoje, o suspeito estava muito bem vestido durante o assalto, o que pode dar a impressão que ele queria se passar por estudante. 

Moradores relataram à reportagem de O TEMPO que o suspeito já era conhecido pela polícia e que ele sempre roubava veículos na praça.

“Esse menino já assaltou três vezes aqui, tanto que ele foi reconhecido pelas vítimas”, declarou Juliana Lopes,  de 23 anos, estudante de direito e moradora da região.

“Não tem um dia que a gente passe sem ouvir uma história desse tipo aqui na região”, afirmou Polyana Lopes, de 26 anos, enfermeira e moradora . 

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