A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! Depois da ótima atuação do Galo contra o América, sem Ronaldinho Gaúcho, já se ouve um burburinho de algumas pessoas por aí de que o time até ficaria melhor sem ele. Com todo respeito: ou essas pessoas têm memória curta ou não entendem de futebol ou não são torcedores atleticanos. É certo que Ronaldinho não está na sua melhor fase, mas a conduta dessas pessoas é, no mínimo, impensada. Não estamos falando de qualquer um, e sim do cara que desde que chegou vem fazendo do Galo um dos melhores times do mundo. Além do mais, todos têm direito de passar por um momento difícil na carreira, até mesmo os gênios. Daqui a pouco essa fase passa e ele volta a ser o R10 de sempre. Escrevam isso. E parabéns ao nosso Galo, o melhor de Minas, pelos 106 anos de glórias e conquistas. Ser Galo não tem como explicar, só quem é sabe.

A voz Celeste

Essa Conmebol é uma brincadeira. A torcida do Real Garcilaso comete ato de racismo, enquanto todos lutam por um mundo melhor, e os velhinhos da Confederação Sul-Americana acham que uma multa de US$ 12 mil é o suficiente como punição. Com tal ato, a confederação, simplesmente, não faz nada para combater o preconceito, mostra que está na contramão da história, porque a maioria luta por um mundo melhor. Mas temos que dar o troco em campo. Vencendo no Chile, vamos decidir contra o próprio Real, dentro de casa. Quem sabe fechar a fase de classificação da Libertadores 2014 com uma goleada. Marcelo Oliveira tem a semana toda para definir o time titular para os próximos confrontos. Vamos ver o que ele pode aprontar, porque o campeão brasileiro de 2013 está deixando a desejar. Acreditar é para os fracos, eu tenho certeza! Vamos rumo aos títulos.

Avacoelhada

A bola pune, o gol consagra, mas também castiga. Segundo Daniel Moraes, sobrinho do saudoso Tremendão, existe uma relação bilateral entre artilheiros e os gols marcados por eles. O artilheiro que menosprezar o gol também vai ser menosprezado. Ao marcar duas vezes contra o rival Atlético e não comemorar os gols feitos, Obina desagradou parte da torcida americana. Coincidentemente, a partir desse clássico, o jogador caiu de produção. Está há cinco jogos sem marcar gols. As cobranças aumentaram, inclusive pelo dúbio relacionamento com a torcida atleticana. Afinal, os gols são os destaques dos programas esportivos, objetos de desejo dos atacantes e o maior momento de vibração durante as partidas. Quando a fase técnica e física deixa a desejar, a superação é obtida pelo aumento da carga de trabalho por meio de treinamentos intensivos.

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