Voz Celeste

iG Minas Gerais |

A vitória em cima do Boa por 1 a 0 praticamente colocou o maior de Minas na final do Mineiro. O que pode dar mais um pouco de tranquilidade para Marcelo Oliveira armar o time para o jogo decisivo contra a LAU e para as finais do Estadual. Meus amigos leitores, tenho achado o volante Nilton lento e destoando dos outros jogadores. Ele, por ter sido expulso contra o Defensor, não joga no Chile. Tenho recebido e-mails da torcida celeste pedindo Henrique, por ser mais experiente. O que vocês acham? Vou acompanhar os treinos nesta semana para opinar com mais responsabilidade. Continuo com a minha opinião: vamos nos classificar para a próxima fase da Libertadores. É simples, só ter o espírito de Libertadores, porque futebol o grupo tem de sobra. Marcelo tem a semana toda para treinar, isso pode dar um pouco mais de tranquilidade para a preparação do time.

Avacoelhada

O gol marcado com menos de dois minutos de jogo colaborou com as diferentes atuações no primeiro confronto da semifinal. A vantagem inicial aumentou a confiança do rival. O time americano, em formação durante a competição, buscou o empate, mas sem poder de reação. Até os experientes Leandro Guerreiro, improvisado na zaga, e Obina, com dificuldade para dominar a bola e fazer tabelas, renderam menos do que o esperado. Destaque para Matheus, um dos melhores goleiros sub-23 do Brasil. Independentemente do baixo desempenho americano, houve impedimento no primeiro gol do Atlético, e o pênalti foi inexistente. O gol em situação legal de Jô foi invalidado, mas o resultado estava definido. Vale lembrar que, no clássico anterior, o mesmo árbitro deixou de marcar pênalti em Obina. Árbitros de outros Estados pelo menos minimizam os erros.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Os amigos se lembram de nós termos dito aqui que o Galo vinha cometendo erros de deixar o atleticano irritado. Pois é, no clássico passado contra o América, não cometeu sequer um deles. E o resultado, claro, só podia ser aquele que vimos e com o qual nos esbaldamos: uma exibição de gala e uma goleada arrasadora em cima do Coelho. O Galo fez tudo certinho, teve movimentação dos atacantes, recomposição rápida da defesa, pouca ligação direta entre defesa e ataque, marcação na pressão, criatividade, mobilidade, enfim, tudo que um time competitivo tem que ter. Guilherme foi o grande nome. Com ótimas assistências e passes precisos, ele ditou o ritmo e fez o Galo jogar em alta velocidade. Está certo que ainda tem a segunda partida, mas, para mim, o CAMpeão da América já está na final do Campeonato Mineiro. Dá-lhe, Galo, rumo ao tri!

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