Cunha é considerado um líder “violento”

iG Minas Gerais |

Os últimos meses antes de os partidos sacramentarem as chapas visando as eleições são uma época propícia para o estouro de rebeliões. É o que argumenta o cientista político Paulo Roberto Leal. “Este é momento em que a bancada tem o maior poder de chantagem. Depois das convenções, ela perde essa capacidade”, afirma. 7

No governo Dilma, o racha entre PT e PMDB parece ter chegado ao seu ponto máximo nas últimas semanas. Dez ministros foram convocados para prestar esclarecimentos no Congresso e uma comissão foi criada para investigar a Petrobras. A diferença desse para outros episódios, segundo Leal, é o modus operandi.

“Eu não me recordo, nas crises anteriores, de uma liderança tão violenta como Eduardo Cunha. Nenhum presidente foi tratado com tantas chantagens.” (LP)

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