Irmã diz que nunca viu cheques

A irmã de Carlão, Adriana Clarindo, declarou a O Tempo Betim que viu os cheques de pagamentos nominais a ela divulgados pela reportagem, mas que desconhece os valores faturados ou a quantidade de mercadorias entregues

iG Minas Gerais | Da Redação |

A irmã de Carlão, Adriana Clarindo, declarou a que viu os cheques de pagamentos nominais a ela divulgados pela reportagem, mas que desconhece os valores faturados ou a quantidade de mercadorias entregues. Segundo ela, a loja Bom Lanche só passaria a operar oficialmente em abril deste ano, para fornecer lanches para convênios da Semas.O Tempo Betim

No local, não há equipamentos e fornos para produzir pães e outros alimentos para que Carlão atendesse às encomendas de ONG conveniadas com a Semas.

Em entrevista feita na porta do estabelecimento, Adriana confirmou que a padaria nunca funcionou. Confrontada com as cópias de cheques pagos pela Irmãos Glacus referente aos contratos com a Semas, no valor de R$ 67 mil, Adriana confirmou que não recebeu esses valores. “Não recebi. Acho que isso é perseguição política”.

Segundo ela, a casa de lanche só começará a funcionar em abril, quando ela então passará a prestar serviços para a Semas. “Ainda não entregamos lanches para a Semas. Estamos arrumando ainda. Vamos fazer a entrega a partir de abril. Nunca entregamos lanche”.

Questionada sobre como será o fornecimento, Adriana disse que ainda será feito um contrato e que a fabricação virá de outro lugar. A mãe de Adriana disse que o responsável por isso será Carlão: “É o menino quem vai resolver”.

Adriana completou: “Ele (Carlão) mora em outro bairro. Só eu e minha mãe moramos aqui. Vamos abrir a lanchonete em abril, mas não teremos fabricação própria. Tudo virá de outro lugar”.

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