Procedimento é repetido no Sul e em São Paulo

iG Minas Gerais |

Tal como em Minas Gerais, em Campinas (São Paulo) e em Porto Ale (Rio Grande do Sul) do PSTU também estão sendo convocados pelas polícias civis locais para prestar depoimentos.

No Rio Grande do Sul, os militantes do PSOL e do PSTU, Lucas Marósticas, Matheus Gomes e mais cinco pessoas foram indiciados, na última sexta-feira, por atos de vandalismo em manifestações contra o aumentos das tarifas de ônibus realizadas em julho de 2013.

O inquérito de 192 páginas da Polícia Civil gaúcha aponta que os sete indivíduos tinham posição de liderança no Bloco de Luta pelo Transporte Público.

Na segunda-feira, o PSOL do Rio Grande do Sul se manifestou contrário ao indiciamento e divulgou nota oficial, alegando que não existem provas que incriminem os militantes. “Este indiciamento é uma criminalização vergonhosa dos movimentos sociais, e em especial do PSOL e do PSTU, os partidos que seguem lutando pelas reivindicações que levaram milhões às ruas”, dizia o comunicado.

Já em Campinas, a presidente do PSTU municipal, Laura Leal de Castro, o presidente do PSOL local, Arlei da Mata Medeiros, e mais 100 pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil devido à ocupação da Câmara em 2013.

O grupo que ocupou o plenário do Legislativo pressionou os vereadores da cidade para que uma CPI do Transportes fosse instaurada.

Em uma das sessões, os manifestantes foram retirados do prédio à força, uma a um, pela tropa de choque, após o presidente do Legislativo acionar a Polícia Militar. Houve depredação da tribuna, pichação de paredes, além de danos a mesas e cadeiras. (GR)

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