Presidente da URT nega suborno e xinga Minas Boca: 'Time de merda'

Roberto Miranda afirmou ter certeza que nenhum membro da sua diretoria fez contato com o zagueiro Reginaldo para ele entregar o jogo contra o Minas

iG Minas Gerais | FREDERICO RIBEIRO |

O presidente da URT, Ricardo Túlio Miranda, apresentou sua visão da denúncia do Minas Boca acusando uma pessoa ligada ao clube de Patos de Minas em tentar subornar o zagueiro Reginaldo, por 10 mil reais. Para Ricardo, o envolvimento da diretoria do clube na denúncia é uma mentira. O mandatário acabou criticando o Minas Boca, chamando a equipe de 'time de m...' para desvalorizar uma possível necessidade de ação antidesportiva por parte da URT para vencer o jogo e se manter na elite do Campeonato Mineiro.

“Não tive acesso à gravação telefônica (entre 'Valtinho' e Reginaldo), mas te garanto que não foi coisa da diretoria. Ninguém aqui dentro faria uma coisa dessa. Disso eu tenho certeza. O jogo era dentro da nossa casa. Contra o Minas Boca que, com todo respeito, é um time de merda. Não tem explicação uma coisa dessa", afirmou Roberto, em entrevista ao Super FC.

Roberto Miranda já acionou o advogado Lucas Ottoni para representar o URT diante da denúncia encaminhada ao Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais. No entanto, tudo leva a crer que haverá um processo da URT contra o Minas Boca, acusando de difamação o presidente Edson Paredão, do clube de Sete Lagoas, que xingou o supervisor Walter José de Souza. Isso porque, segundo apuração do Minas Boca, Walter seria o tal 'Valtinho'.

"Quem tem que se defender na Justiça é o presidente deles (Edson Paredão, do Minas Boca), que xingou o Waltinho (Supervisor da URT) de vagabundo, safado. Nós temos a fita da gravação da rádio na qual ele deu a entrevista", completou.

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