Mando de campo é esperança para equipes saírem na frente nas semis

Sada Cruzeiro e Sesi fazem valer o direito conquistado de escolher o local do primeiro jogo contra seus adversários

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

PAULA HUVEN / O TEMPO
undefined

A melhor colocação na fase de classificação dá, a estas equipes, uma importante vantagem na sequência da competição: o direito de escolher o local da primeira partida nas quartas de final e, caso avance, semifinal da Superliga. Na final, a partida acontece em jogo único na casa da equipe de melhor campanha. 

Quase a totalidade dos clubes optam por realizar o primeiro jogo da série melhor de três em casa, com o intuito de começar o duelo dentro de seus domínios e com boa possibilidade de vitória. O único clube a fugir à regra é o Unilever-RJ, seguindo prática adotada por Bernardinho nos últimos anos.

No torneio masculino, Sada Cruzeiro e Sesi-SP, os dois primeiros colocados após os 22 jogos da primeira fase, escolheram realizar as partidas das quartas de final em casa. Na semifinal, a situação se repete. 

"Acho favorável começar a série em casa, nas nossas referências, habitat natural, diante da nossa torcida, onde estamos acostumados a treinar todos os dias, enfim, onde não há nenhuma surpresa. Sempre trabalhei assim. Já tive insucesso com essa rotina, mas é um conceito que tenho, independentemente do resultado", mostra Marcos Pacheco, técnico do Sesi-SP.

O rival Sada Cruzeiro segue o mesmo caminho e espera fazer valer o mando de quadra para sair na frente do Vivo-Minas, no sábado, em Contagem.

"Acho que qualquer equipe quando joga em seu ginásio se torna mais forte e competitiva. E nós temos uma torcida muito participativa, que acompanha e que vibra a cada ponto com o time. Isso também é um fator muito positivo para a nossa equipe nas partidas em casa", afirma o técnico Marcelo Mendez.

Já o Sesi começa as semis na terça-feira contra o Brasil Kirin-SP.