Dificuldades no atendimento

iG Minas Gerais |

Além das divergências com sua base aliada, a presidente Dilma Rousseff (PT), devido aos cortes no Orçamento da União anunciados em fevereiro, terá menos mimos para oferecer aos deputados no decorrer do ano.

As emendas parlamentares – recurso que cada congressista tem disponível para investir em sua base eleitoral – sofreram um corte de R$ 13,3 bilhões. Inicialmente, a rubrica teria R$ 19,7 bilhões previstos na peça orçamentária federal.

Com a previsão de liberação de R$ 6,4 bilhões para 2014, o pagamento das emendas pode se aproximar do total oferecido aos congressistas em 2004, quando o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concedeu aos legisladores, aproximadamente, R$ 5 bilhões.

Além das emendas, até o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi contingenciado em R$ 7 bilhões, de um total de R$ 61 bilhões.

A paralisação de investimentos e obras nas bases políticas dos deputados e senadores pode prejudicar o governo petista, na hora de negociar com as legendas as alianças regionais, e agravar cada vez mais a desobediência no Congresso. (GR)

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