Brasil tem chave difícil no Mundial Feminino de Basquete

Espanha, República Tcheca e Japão serão as adversárias durante competição marcada para acontecer na Turquia

iG Minas Gerais | AGÊNCIA ESTADO |

Técnico brasileiro resolveu reduzir o grupo de jogadoras e realizou três cortes
Gaspar Nóbrega / CBB
Técnico brasileiro resolveu reduzir o grupo de jogadoras e realizou três cortes

A seleção brasileira feminina de basquete conheceu neste sábado os seus primeiros adversários do Mundial da Turquia, que será disputado entre 27 de setembro e 5 de outubro. A equipe do técnico Luiz Zanon foi sorteada para o Grupo A, ao lado de Espanha, República Checa e Japão.

A chave é complicada. As checas ocupam o quinto lugar no ranking da Federação Internacional de Basquete (Fiba). As espanholas aparecem na sexta colocação. O Brasil está em sétimo. As japoneses figuram apenas na 17ª posição.

A estreia será no dia 27 de setembro, em Ancara, diante da República Checa. A Espanha será o adversário no dia seguinte. As meninas brasileira enfrentam o Japão, no dia 30, no encerramento da primeira fase.

"Não existe essa história de grupo da morte porque o Mundial reúne as 16 melhores seleções do planeta e não dá para escolher adversário. Nosso primeiro objetivo é ficar entre os três primeiros colocados na primeira fase. Se ficarmos em primeiro já estamos nas quartas de final e entre os oito primeiros. Terminando em segundo ou terceiro no grupo, vamos enfrentar a segunda ou terceira da outra chave. A partir daí começa o sistema de mata-mata e vamos buscar a melhor colocação possível" analisou o técnico Zanon em entrevista ao site da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

Os Estados Unidos estão no Grupo D, ao lado de China, Sérvia e Angola. Segundo colocado no ranking da Fiba, a Austrália está no Grupo C, com Cuba, Coreia do Sul e Bielorrússia. O Grupo B tem Turquia, França, Canadá e Moçambique.

Os três melhores avançam à fase seguinte. Os primeiros colocados de cada um dos quatro grupo vão direto para as quartas de final, enquanto os segundos e terceiros jogam as oitavas de final. O grupo do Brasil vai cruzar com o B.

"Vamos para a Turquia com um grupo novo e em formação, com apenas duas ou três jogadoras que disputaram o último Mundial Adulto, em 2010. Por isso, vamos realizar uma série de amistosos de alto nível para dar mais experiência internacional a essas atletas", finalizou.