Calendário brasileiro é diferente da bula

iG Minas Gerais |

Outro questionamento da vacina diz respeito às incongruências entre o calendário das três doses prescrito na bula do remédio e o empregado pelo SUS.

No sistema privado de saúde, o Gardasil é utilizado de acordo com as orientações do fabricante, com três doses em seis meses. Já pelo SUS, a vacinação segue um cronograma distinto, com a segunda dose seis meses após a primeira, e a injeção final cinco anos depois. Países como México e Suíça também adotaram esse calendário.

Para o professor Sérgio Triginelli, não há diferença em eficácia entre os dois métodos. Já a médica Stany Rodrigues afirma que não há pesquisas que confirmem a eficácia da aplicação do medicamento em cinco anos.

O Ministério da Saúde explica que a terceira dose funciona como um reforço das duas doses anteriores e afirma que a imunização ocorre em seis meses após as duas aplicações. (FC)

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