Superliga feminina conhece, enfim, equipes classificadas

Destaque foi Molico-Nestlé, que venceu todos os jogos disputados; das mineiras, apenas o Praia passou para os play-offs

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

Equipe de Osasco comemorou muito a vitória na última rodada sobre Unilever-RJ
ALEXANDRE ARRUDA - CBV
Equipe de Osasco comemorou muito a vitória na última rodada sobre Unilever-RJ

A última rodada da Superliga feminina de vôlei não serviu para grandes mudanças no panorama das duas equipes de Minas Gerais.

Já desclassificado há algumas rodadas, o Decisão Engenharia-Minas perdeu, fora de casa, para o São Cristóvão Saúde-São Caetano-SP por 3 a 1 (19/21, 21/17, 23/21 e 21/16).

Com o resultado, o Minas chegou à 21ª derrota em 26 jogos e termina sua participação no maior torneio do país de forma melancólica.

Com uma equipe jovem e que ainda tem muito a evoluir, o time do técnico Marco Queiroga não foi páreo para quase todas as adversárias e terminou a fase de classificação na penúltima posição, uma das piores campanhas na história do clube.

Também longe de seus domínios, o Banana Boat-Praia Clube venceu o Maranhão Volei-Cemar-MA por 3 a 0 (21/11, 21/15 e 21/17) e confirmou a quinta posição. Nos play-offs, o Praia vai encarar o Sesi-SP, fazendo o primeiro jogo da fase seguinte, possivelmente, fora de casa.

As datas e horários dos próximos jogos devem ser divulgadas, em breve, pela Confederação Brasileira de Vôlei. As equipes que ficaram nas quatro primeiras posições escolhem o local da primeira partida. A série quartas de final e semi final acontecem em melhor de três jogos. A decisão será em jogo único na casa da equipe de melhor campanha.

O grande destaque foi a campanha do Molico-Nestlé, que venceu todos os 26 jogos, fazendo a melhor campanha da história da competição ao final da primeira fase.

Representantes das seis equipes que não se classificaram devem se reunir, em breve, com a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) para definir os critérios de rebaixamento. Há a possibilidade da realização de um hexagonal para definir quem permanece na elite do vôlei nacional. No masculino, a ideia não chegou a um consenso e critérios técnicos e econômicos da entidade irão definir os remanescentes no torneio.

Ao final da rodada da Superliga feminina, os confrontos ficaram assim:

Molico Nestlé-SP (1º) x Brasília Vôlei-DF (8º) Vôlei Amil-SP (2º) x São Cristóvão Saúde-São Caetano-SP (7º) Unilever-RJ (3º) x Pinheiros-SP (6º) Sesi-SP (4º) x Banana Boat-Praia Clube (5º)