Preso suspeito de quadrilha que roubou R$ 90 mil em remédios

Polícia suspeita que a quadrinha tenha, pelo menos, 13 integrantes; o suspeito preso estava em um barracão na ocupação Willian Rosa, em Contagem, onde a carga era guardada.

iG Minas Gerais | Natália Oliveira |

Cidades -  Belo Horizonte - Minas Gerais.
Apresentacao de suspeito de roubo de medicamento em Sete Lagoas.


Foto: Uarlen Valerio / O Tempo 14.03.2014
UARLEN VALERIO / O TEMPO
Cidades - Belo Horizonte - Minas Gerais. Apresentacao de suspeito de roubo de medicamento em Sete Lagoas. Foto: Uarlen Valerio / O Tempo 14.03.2014

Um homem suspeito de ser integrante de uma quadrilha  que roubava remédios foi  apresentado na manhã desta sexta-feira (14) pelo Departamento de de Investigação Antidrogas da Polícia Civil. Heleno Dhiey Costa de Almeida, 25,  foi preso nessa quinta-feira (13) . Ele estava em um barracão onde foi colocada uma carga de remédios roubada de um caminhão em Sete Lagoas, na região metropolitana da capital.

De acordo com a polícia, no último dia 12 nove integrantes de uma quadrilha que, segundo a polícia deve ter pelo menos 13 membros, abordaram o motorista de um caminhão, próximo a BR-040, e roubaram a carga. Os suspeitos estavam em dois Celtas e  renderam o motorista do caminhão, que foi feito refém e abandonado em um matagal.

Os criminosos levaram os remédios para um caminhão. A carga foi descarregada no barracão que Almeida estava na ocupação Willian Rosa, em Contagem, região metropolitana da capital. Os policiais civis faziam uma vigilância no local quando notaram uma movimentação suspeita no barracão. Eles abordaram Almeida e entraram no local descobrindo a carga.

O suspeito confirmou ter participação no crime, no entanto, ele não entregou os comparsas. Almeida  falou apenas do envolvimento de um homem apelidado de “Pato”,  que seria o líder da quadrilha.  O homem disse que ganhou R$ 2.000 para vigiar os medicamentos.

Ele estava com uma foto no celular em que ele aparecia com duas armas e alegou que estava com os revolveres para se defender de outros criminosos. Para o chefe do departamento, o delegado Marcio Lobato, a quadrilha tinha informações privilegiadas sobre a carga. “O objetivo de esconder a carga é ganhar tempo para ganhar um receptador”, explicou o delegado.  

Os medicamentos eram de uma distribuidora de Sete Lagoas e seriam trazidos para Belo Horizonte. 

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