Marin vê seleção brasileira entre o céu e o inferno na Copa do Mundo

Para presidente da CBF, equipe comandada por Felipão se preparou para o Mundial da melhor maneira possível; conquista da Copa das Confederações foi fundamental

iG Minas Gerais | AGÊNCIA ESTADO |

Presidente do COL, Marin afirmou que todo o cronograma atual das obras nos estádios do Mundial será cumprido
CBF/REPRODUÇÃO
Presidente do COL, Marin afirmou que todo o cronograma atual das obras nos estádios do Mundial será cumprido

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, admitiu nesta quarta-feira que a seleção brasileira terá um grande desafio na Copa do Mundo. Por jogar a competição em casa, ele avaliou que o time comandado pelo técnico Luiz Felipe Scolari pode ir para o céu, em caso de conquista do título, ou para o inferno, se a campanha não for um sucesso.

"Ou vamos para o céu ou para o inferno nesta Copa. Espero que para o céu", disse Marin, ao comentar sobre a expectativa de desempenho da seleção brasileira, em entrevista dada ao sair de evento da Fundação Conselho Espanha Brasil, realizado em São Paulo.

Segundo Marin, a seleção brasileira se preparou para o Mundial da melhor maneira possível. E a grande força do Brasil decorre do fato de a seleção ter unido, após a conquista da Copa das Confederações no ano passado, os jogadores e a torcida. "Não estou nem empolgado nem deslumbrado, mas entendo que durante toda a Copa o grupo deve permanecer comprometido", avisou o dirigente.

Por ser também o presidente do Comitê Organizador Local (COL), Marin afirmou nesta quarta-feira que todo o cronograma atual das obras nos estádios do Mundial será cumprido - faltam três para serem entregues, em São Paulo, Cuiabá e Curitiba. "Tenho a certeza absoluta que todos os estádios estarão prontos. O cronograma da Copa será cumprido", garantiu o dirigente.

Diante de perguntas a respeito das obras de mobilidade nas cidades que receberão jogos da Copa, Marin ressaltou que sua preocupação está na preparação da seleção brasileira. Questionado sobre a possibilidade de as sedes decretarem feriado em dias de jogos para facilitar a locomoção nas áreas urbanas - como o Rio já fez nesta quarta-feira -, o dirigente explicou que decisões dessa natureza dependem do poder público.