A voz da Masssa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! É desnecessário frisar a importância do jogo de hoje, contra o Nacional do Paraguai, pela Libertadores. Uma vitória deixa a classificação praticamente encaminhada e também abre a possibilidade de repetir o feito do ano passado – realizar a melhor campanha na fase de classificação e ter a vantagem de decidir os confrontos de mata-mata sempre em casa – o que, aliás, fez toda diferença em nosso favor. Mas, para isso, alguns jogadores, aqueles considerados os pilares da equipe, precisam render um pouco mais. Nós sabemos que R10, Jô, Marcos Rocha e companhia jogam muito mais do que vêm apresentando ultimamente. E, se esses caras resolverem fazer o que sabem, somando-se a isso a ótima fase de Diego Tardelli, o CAMpeão da América, mesmo jogando fora de casa, terá ótimas chances de trazer na bagagem uma grande vitória. Pra cima deles, Galo! A voz Celeste Sempre falei que uma das profissões mais bem-remuneradas do mundo, ou a mais bem-remunerada, é a de treinador de futebol. Claro que, quando falamos, temos a comparação dos grandes clubes do mundo, como é feito também com o jogador de futebol. Há muito não surgia no Brasil um bom treinador. Sempre ficávamos na mesmice, entre poucos nomes. Dessa nova safra, vem se destacando Marcelo Oliveira, um estudioso do futebol, que, em pouco tempo como treinador profissional, conseguiu bons resultados, primeiro no Coritiba e depois para consolidar e colocá-lo como um dos grandes nomes do Brasil, com o título do Campeonato Brasileiro. Porque, no Brasil, temos a memória curta, mas Marcelo bateu o recorde de vitórias consecutivas e foi duas vezes vice-campeão da Copa do Brasil, com o Coritiba. Enfim, o maior de Minas sempre gostou de fazer apostas em novos treinadores. Parabéns, Gilvan.

Avacoelhada Em confronto direto pelo G-4, América e Boa se enfrentam, às 19h30, no Independência. Além das capacidades técnica, tática e física, o time americano precisa demonstrar atitude vencedora, durante os 90 minutos, a fim de conquistar os três pontos. O desvio do foco nos confrontos anteriores também gerou a queda de rendimento. Quando os jogadores americanos colocaram a bola no chão e trocaram passes em profundidade, oportunidades foram criadas e aproveitadas. Mas quando a postura ofensiva foi abandonada, os oponentes equilibraram as partidas. Sem se descuidar da defesa, o Coelhão precisa buscar de forma obstinada a marcação de gols. Se marcar o primeiro e procurar o segundo, em vez de abandonar a agressividade e chamar o adversário para o jogo. Willians, Tchô e Ricardinho devem jogar próximos a Obina. Decatropeirão no Bar da Sandrinha.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave