Dona de casa é estuprada por enfermeiro em hospital particular de BH

Mulher dormia sozinha em apartamento quando foi abusada

iG Minas Gerais | CAROLINA CAETANO |

Um enfermeiro é suspeito de ter estuprado uma paciente de 51 anos dentro de um hospital particular do bairro Gutierrez, na região Oeste de Belo Horizonte, na última quarta-feira (5). A denúncia foi feita pela família da mulher.

A irmã da vítima, que pediu para não ter o nome divulgado, contou que a dona de casa está internada há quatro meses no Hospital Madre Teresa por problemas respiratórios. Na última semana, segundo a paciente, o enfermeiro, identificado apenas pelo nome de Samuel, entrou no apartamento durante a madrugada.

“Minha irmã estava dormindo sozinha. Ela contou que o enfermeiro começou a passar as mãos no momento em que ela estava deitada na cama. Em seguida, o homem a levou para o banheiro e consumou o ato sexual”, disse a mulher.

Durante o crime, a vítima pediu que o suspeito parasse porque estava doendo e poderia prejudicar seu tratamento. No entanto, o homem continuou com os abusos e, no fim, disse que voltaria para “terminar o serviço”.

“Ela está muito abalada. Disse que a sua vida acabou depois do estupro”, contou a sobrinha da paciente, que também não terá o nome divulgado.

Segundo a família, o caso foi levado ao conhecimento da coordenação, que teria demitido o funcionário. A paciente passou por exame do Instituto Médico Legal (IML), que confirmou o abuso. Ela teve que tomar um coquetel anti-HIV.

A família ainda disse que há meses tenta conseguir um aparelho para respiração para que  mulher se trate em casa, mas não conseguiu. No entanto, depois do caso, a hospital disponibilizou o equipamento para que a vítima possa ter alta.

“Nesse tempo que ela está internada, o hospital sempre falava que precisava da autorização do plano de saúde para liberar o equipamento, mas, depois do estupro, eles querem liberar a minha irmã. Porém, agora, ela não tem condições de receber alta médica”, contou a mulher.

A ocorrência foi registrada pela Polícia Civil e o suspeito ainda não foi localizado.

A reportagem de O TEMPO entrou em contato com a assessoria de imprensa do Hospital Madre Teresa, que ficou de comentar o caso. 

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