A voz celeste

iG Minas Gerais |

O maior de Minas joga hoje pela Libertadores. E, principalmente nessa competição, não existe jogo fácil. Não tenho duvida em afirmar que o Cruzeiro tem um time muito melhor que o Defensor, mas somos melhor do que o Real Garcilasso, e, na casa do adversário, perdemos no jogo da estreia. Portanto, todo cuidado é pouco. Hoje, vou tirar minha dúvida e a da maioria da nação celeste. Vamos saber se Lucas Silva perdeu a posição de titular ou foi apenas uma opção de Marcelo Oliveira em colocar Rodrigo Souza, de cara, nos últimos jogos. Para mim, Lucas Silva é titular absoluto e não tem porque sair do time. Ele tem uma regularidade boa desde o ano passado. É, sem dúvida, um dos volantes com mais recursos que conheço. Além de que, estariam jogando Nilton e Rodrigo Souza, que têm características parecidas. A vitória hoje é importante, e somos favoritos.

A voz da massa Saudações alvinegras! Mais uma vitória do “bêzinho” do Galo. Mas todo mundo viu que dessa vez o time não jogou bem. A experiência de usar três volantes contra o Bugre fez do Galo um time muito defensivo e sem nenhuma criatividade. Já no segundo tempo, Autuori voltou do intervalo com o jovem Marion no lugar de Rosinei. Marion entrou muito bem e mudou o rumo do jogo, tornando o Galo mais criativo e ofensivo. E porque o adversário teve que se preocupar mais com ele, outro que também teve mais espaço para jogar e mandou muito bem foi Guilherme, que vem numa ótima fase. Pela boa atuação, Marion, sujeito humilde toda vida, acabou premiado com o gol no finalzinho da partida. E a vitória valeu a classificação antecipada para as semifinais do Mineiro. Agora é concentrar forças para a próxima fase do Estadual e para o bi da Libertadores. Boa, Galo!

Avacoelhada A torcida americana compareceu, incentivou na arquibancada, mas, dentro de campo, o América não correspondeu, no empate com o Villa Nova por 1 a 1. O Coelhão apresentou alguns lampejos no primeiro tempo, mas sem demonstrações de alto desempenho. Na segunda etapa, a qualidade técnica, que já era ruim, piorou. Nos dois tempos, houve falhas na criatividade do meio de campo e faltou eficiência nos complementos das jogadas dos laterais. Henrique manteve a improdutividade criativa e ofensiva. Tchô, isolado na armação, pouco criou. Elsinho e Gilson avançaram, mas foram ineficazes na precisão dos cruzamentos da linha de fundo. Obina, sem assistências para serem finalizadas, nada produziu. Embora ainda esteja ineficiente no último passe, Ricardinho foi o mais participativo ofensivamente. Destaque para a estreia do Diego, no profissional.  

 

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