Roteiristas focarão crimes no asfalto

iG Minas Gerais |

Aquino diz que a vivência como repórter contribuiu para o roteiro
Agência Estado
Aquino diz que a vivência como repórter contribuiu para o roteiro

Segundo os roteiristas de “O Caçador”, a Globo pediu um policial contemporâneo, que se passasse no Rio. “Eu e o Bonassi queríamos dar as costas para a favela. Achamos que o cinema estava batendo muito nisso. Fomos atrás do crime no asfalto, em Copacabana e no subúrbio”, diz Marçal Aquino, que assina a série com Fernando Bonassi.

O curioso é que a tarefa tenha sido dada a dois paulistas: Aquino é de Amparo, interior de São Paulo; Bonassi, paulistano da Mooca. “Não tive nenhuma dificuldade. O Rio é tão desvendável, faz questão de exibir as mazelas”, afirma Aquino. O material de referência para o texto foi a vivência dele como repórter policial e a de Bonassi com detentos (ele adaptou “Estação Carandiru” para o cinema).

Bonassi diz que há espaço para política na atração. “Temos um episódio sobre nazistas no Brasil e outro sobre a ditadura militar”, afirma. Mas nada como a corrupção uma explícita como a da série norte-americana “House of Cards”.

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