Na peneira das vaidades

Karina Bacchi se prepara para comandar a segunda temporada de “Menino de Ouro”, no SBT

iG Minas Gerais | belisa taam |

Responsabilidade. Karina diz que atração, além de dar oportunidades aos jovens, presta um serviço social
Luiza Dantas/CZN
Responsabilidade. Karina diz que atração, além de dar oportunidades aos jovens, presta um serviço social

Karina Bacchi sabe bem o que quer. A loura de 37 anos já teve algumas experiências na atuação e acumula no currículo novelas como “Da Cor do Pecado” e “Agora É que São Elas”, entre várias outras. Mas chegou um momento em que percebeu que ser apresentadora seria o melhor caminho a seguir.

Longe da teledramaturgia desde 2007, Karina volta ao ar no comando da segunda temporada de “Meninos de Ouro”, do SBT. “Não parei de atuar por falta de oportunidade. Seguir na apresentação é onde mais me realizo”, confessa. O reality show tem como objetivo revelar novos talentos do futebol brasileiro. Adepta de esportes em geral, Karina logo se identificou com a temática. “É muito mais que uma rotina saudável. É algo que acrescenta como pessoa”, teoriza.

O programa, dirigido por Ernani Nunes e que tem 13 episódios, passa por um critério rigoroso de seleção entre os aspirantes a jogador de futebol. Os ex-atletas Paulo Sergio, Zetti e Edmilson receberam a inscrição de mais de 5.000 meninos que sonham por uma vaga em um time renomado de São Paulo. No entanto, somente 22 garotos seguem na competição. “O grupo já estava em total sintonia e, assim, o trio viu todos esses meninos em ação”, recorda Karina, que revela que a equipe se entrosa a cada etapa de gravação. “Como todos já se conhecem, fica mais fácil. Até mesmo para a preparação pessoal e específica”, conta.

A nova aposta da equipe de produção para a segunda temporada do reality show é acompanhar a rotina de cada um dos participantes. A ideia é criar uma identificação mais forte com o telespectador. Para Karina, sua missão de descobrir histórias emocionantes de vida colabora para episódios mais consistentes. “Desta vez, mostro a vida por trás do campo de todos esses meninos e a relação com a família”, adianta.

Além disso, ela ainda elogia a iniciativa do projeto, que contribui para a formação social desses pequenos boleiros. “É uma forma de estímulo para essas crianças saírem da marginalidade e das ruas”, analisa.

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