A voz Celeste

iG Minas Gerais |

O time reserva do Cruzeiro sempre que é acionado vem dando conta do recado e até se destacando. Gosto do esquema sem centroavante, no qual a velocidade do nosso ataque deixa a defesa adversária desnorteada. Alguns desses jogadores estão pedindo passagem, e não se surpreendam se, em breve, Marlone, Mayke e Willian estiverem no time titular, o que mostra a força do elenco. Com o primeiro lugar praticamente garantido, o maior de Minas tem mais tranquilidade para fechar os dois jogos restantes da fase de classificação do Campeonato Mineiro. O elenco celeste não tem moleza. Os jogadores voltaram logo após o jogo contra o Nacional e já treinaram ontem na Toca da Raposa. A princípio, o time titular enfrenta o Tupi, amanhã, mas Marcelo Oliveira, sabe que, na terça-feira, já tem um jogo no Uruguai, e a viagem é desgastante. Estamos no caminho certo.

Avacoelhada

Ao vencer o Guarani por 2 a 1, o América conquistou a segunda vitória seguida sob o comando do Moacir Júnior. Sem criatividade no meio de campo, o Coelhão teve pouco poder ofensivo, mas com paciência e persistência confirmou a reação americana no campeonato. Também faltaram as tradicionais jogadas pela linha de fundo para descompactar a defesa adversária. Elsinho avançou no primeiro tempo, mas com penetrações na diagonal. Gilson foi agressivo na segunda etapa. Aliás, a ofensividade aumentou por meio das triangulações entre o lateral-esquerdo e Ricardinho. Willians apareceu mais na marcação do que no ataque. Henrique manteve a improdutividade. Tchô demonstrou habilidade em alguns lances e na jogada do gol. Obina recebeu poucas assistências. Matheus, Renato Santos, Lula, Guerreiro e Andrei repetiram as eficientes atuações.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Não foi uma atuação brilhante do Galo, mas suficiente para vencer com tranquilidade o bom time da Caldense, quarta passada, no “Cemitério do Horto”. O ponto falho do nosso time foi o grande número de passes errados: jogadores que geralmente têm ótimo aproveitamento nesse quesito, como R10 e Marcos Rocha, dessa vez erraram muito, inclusive passes curtos, de dois ou três metros. Já o destaque positivo, outra vez, foi Diego Tardelli, que se movimentou muito no ataque, criando boas jogadas e abrindo espaço para a penetração dos volantes e meias, o que, inclusive, resultou no gol de Josué, o primeiro do Galo. E de Tardelli também foi toda a jogada do segundo gol, quando ele se livrou de dois marcadores e cruzou na medida para o golaço do xodó da Massa, Neto Berola, que, de letra, acabou com qualquer aspiração da Veterana. Boa, Galo!

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