Clima ruim também nos Estados

iG Minas Gerais |

Brasília. O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (PT-RJ), afirmou ontem em sua conta no microblog Twitter que a necessidade de discutir a aliança entre o partido e o PT não está “restrita” à parceria entre as duas siglas no governo do Rio de Janeiro.  

Apesar de o PMDB integrar a base de apoio à gestão da presidente Dilma Rousseff, Cunha tem sido, desde o último ano, um dos maiores críticos do Palácio do Planalto na Câmara.

“Ledo engano acharem que essa discussão da aliança está restrita aos problemas do Rio. A coisa é muito mais complexa”,disse. No Rio de Janeiro, o PMDB pretende lançar a candidatura ao governo estadual do vice-governador Luiz Fernando Pezão, mas o PT não aceita retirar a candidatura do senador Lindbergh Farias.

Cunha já havia usado a internet para dizer que “está cada vez mais convencido” de que a sigla precisa “repensar” a aliança com o PT.

Em resposta ao peemedebista, o líder do PT na Câmara, Vicentinho (PT-SP), afirmou que o PMDB, principal sócio da presidente Dilma Rousseff no governo federal, é o partido que atualmente mais representa a “oposição”. “Não se pode ser situação e oposição ao mesmo tempo. O PMDB é o partido que mais está na situação de oposição. O partido é governista”.

Ação. Cunha entrou com uma queixa-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) na qual pede que o também deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) seja punido por injúria e difamação devido a declarações publicadas no Blog do Garotinho. Segundo o processo, Garotinho chamou Cunha de “deputado-lobista” por “cobrar mais ministérios e cargos” no governo Dilma Rousseff.

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