“O Carnaval é um eterno aprendizado”

Mauro Werkema Presidente da Belotur

iG Minas Gerais | Luiza Muzzi |

Qual a avaliação da Belotur sobre o Carnaval?

Tivemos um novo formato e deu certo. Vinte anos depois, voltamos com as escolas de samba e os blocos caricatos para a Afonso Pena, e houve uma aprovação desses grupos. Também tivemos 14 palcos pela cidade, com grandes shows. Isso é importante porque não só atendeu democraticamente o povo nos seus bairros como reteve a população. Foi uma grande operação e a avaliação é que foi tudo bem.

E os blocos de rua?

Esse é um fenômeno que veio para ficar. Ao percebermos que o Carnaval ia crescer, sobretudo pelos blocos de rua, reformatamos com certa ousadia e tivemos um diálogo muito intenso com eles. Esse planejamento antecipado e compartilhado é fundamental. Tivemos entre 20 e 30 blocos menores que saíram sem avisar, mas também sem problemas. Mas o Carnaval é um eterno aprendizado.

Alguns foliões se queixaram da limpeza. Isso foi uma dificuldade?

O banheiro químico é uma operação complicada. Tivemos mil por dia, mas pode ter tido alguma deficiência. Mas a SLU está de parabéns, a limpeza depois de cada bloco funcionou muito bem.

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