Confronto Sada e RJ Vôlei

iG Minas Gerais |

Lamentável, mas compreensível, a reação do líbero Mario Junior, uma vez que a equipe do Rio de Janeiro passou todo o jogo reclamando de uma “barreira” que é feita intencionalmente. Essa é a verdade. Quem acompanhou o Mundial de Clubes, realizado em Betim, viu como os adversários e, principalmente, o Sada Cruzeiro, sofreram com o saque dos russos do Lokomotiv Novosibirsk, que faziam a barreira com a intenção de dificultar a visão do adversário na hora do passe. Ela é feita com ajuda dos dois ou três jogadores que estão na rede e mais os dois jogadores que estão atrás. Assim, fica difícil para o árbitro detectá-la. Foi aí que o Sada passou a introduzir a barreira na sua tática de jogo. Os adversários ficam malucos, e com razão. Como Mario Junior a conhecia por jogar em alto nível, avisou o juiz por várias vezes, mas, por falta de conhecimento, o árbitro não via irregularidade. Isso irritou o jogador, que se sentiu prejudicado, principalmente, por ser o principal atleta de passe da equipe. Se a regra está dando essa possibilidade, tem que ser revista. Atitudes como essa podem prejudicar e mudar um resultado. Não era uma final de campeonato, mas poderia ser, e traria prejuízos à equipe adversária injustamente.

Zé Roberto. O técnico vai sair da direção do Vôlei Amil e ficar exclusivamente na seleção até a Olimpíada do Rio. Deu certo quando ele optou por dirigir equipes europeias, passando a ver mais de perto as adversárias. Vai ser ótimo para a seleção e para o próprio Zé Roberto Guimarães, que vai diminuir o desgaste natural entre ele e as jogadoras, beneficiando todos.

Elogios. Receber elogios de uma norte-americana que rodou o mundo não é para qualquer um. Kristin Richards está encantada com a Superliga e com o trabalho realizado em Campinas pelo Vôlei Amil. A estrutura é realmente fantástica, as jogadoras têm tudo que precisam para trabalhar com excelência. Toda a comissão técnica da seleção feminina está envolvida no projeto.

Ricardinho. Como jogador, contribuiu muito para o vôlei nacional e mundial. E continua se dedicando com seu projeto em Maringá. Em pouco tempo, alcançou a melhor média de público da Superliga. Chegou a superar até mesmo equipes como o Vivo-Minas, que tem tradição de maior público na competição.

Giba. A verdade é que chegou a hora de tomar uma importante decisão: parar! Ele tem muitas portas abertas, principalmente no Brasil, para iniciar qualquer projeto relacionado ao esporte. Seria importante seu retorno e sua prestação de serviços, agora, de outro lado. Com sua experiência, ele poderá continuar contribuindo muito para o crescimento do voleibol.

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