Programas ajudam usuários

iG Minas Gerais | Benedict Carey |

Nova York. Em diversos países, há muitos programas de troca de agulha, e clínicas agora têm cursos de prevenção de overdose, ensinando os usuários a perceber sinais de perigo e administrar naloxona, bloqueador de opiáceos que enfermeiros de ambulâncias utilizam para despertar viciados que sofreram overdoses.  

Nenhuma dessas opções teria poupado o ator Philip Seymour Hoffman. Uma coisa que não mudou para os viciados em heroína nos últimos 20 anos é a certeza de que a próxima picada não será mortal.

“É preciso compreender que os viciados se injetam de três a quatro vezes por dia durante anos e anos sem fim”, explicou o médico Nicholas L. Gideonse. “Eles não percebem qualquer picada como perigosa ou potencialmente mortal porque segundo sua experiência não existe necessidade para isso”, afirmou o especialista. 

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