FIQ maior e cada vez melhor

iG Minas Gerais |

Durante cinco dias, de hoje a domingo, o Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ) propõe uma intensa, atraente e bem estruturada maratona dedicada às historias gráficas sequenciais, consideradas, já faz tempo, como a nona arte. Ao todo, são 85 convidados, digamos, “oficiais”. Mas somam-se a esses centenas de artistas e autores que vão lançar trabalhos, participar de estandes e de projetos como a rodada de negócios, iniciativa que ocorre pela primeira vez no FIQ, em parceria com o Sebrae-MG, que vai possibilitar que novos autores possam ter contato com editoras nacionais e internacionais, para mostrar o que vêm produzindo. “O FIQ hoje, além de ser o maior festival do país em número de convidados e atrações, e também em longevidade, tem uma importância muito grande por ser um ponto referencial dos quadrinhos, aquele momento para o qual artistas e editores se mobilizam, preparam novas publicações e trocam ideias. Existe uma mobilização da cena que começa a acontecer muito tempo antes do festival”, destaca Afonso Andrade, coordenador de quadrinhos da Fundação Municipal de Cultura, que assina a curadoria geral do evento ao lado de Daniel Werneck. Ainda sobre a homenagem a Laerte, Afonso Andrade destaca a importância dela na cena de quadrinhos. “Laerte é versátil e vem produzindo desde os anos 1970, já publicou em revistas, jornais, livros e criou diversas histórias e personagens importantes. Tem uma técnica admirável e mais do que isso, mostra que se reinventa o tempo todo como quadrinista e também como pessoa”, avalia Andrade. (LP)

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