Marcelo Oliveira elogia seus comandados e prefere adiar comemoração

Para treinador, Cruzeiro ainda tem de confirmar matematicamente a conquista do Campeonato Brasileiro

iG Minas Gerais | BRUNO TRINDADE |

Um dos principais responsáveis pela escolha dos jogadores e pela campanha do Cruzeiro no Brasileirão, o técnico Marcelo Oliveira foi um personagem à parte no duelo contra o Grêmio. Durante os 90 minutos, o treinador cruzeirense ficou em pé o tempo todo à beira do gramado, orientando os jogadores e atento a todos os detalhes da partida. Ele reclamou muito de um lance em que jogadores de Cruzeiro e Grêmio se chocaram, e acabou repreendido pelo árbitro. O treinador vibrou bastante quando Fábio saiu fora da área e, com um carrinho, tirou a bola dos pés de Pará. Recomendou cuidado durante os acréscimos do primeiro tempo, quando os gaúchos levantavam muitas bolas na área. Antes descer para o vestiário, ele saiu reclamando bastante de um possível pênalti em cima de Éverton Ribeiro e lamentou ainda o fato do árbitro Wilson Luiz Seneme terminar a partida quando o Cruzeiro descia para o contra-ataque. No segundo tempo, o treinador continuou de pé. Quando o Grêmio começou a finalizar com bastante perigo e apertou a marcação, os jogadores erraram alguns passes, e Marcelo interveio rápido, pedindo calma à equipe. Depois de vibrar com cada “milagre” do goleiro Fábio, foi a vez de dar pulos de alegria com os tentos anotados por Willian e Ricardo Goulart, que definiram o placar. Mesmo com toda a festa em campo, o treinador, durante a coletiva, preferiu evitar o discurso antecipado de campeão e afirmou que a decisão ficará para quarta-feira. "Os jogadores estão de parabéns. Era de se comemorar mesmo uma vitória expressiva como essa, da forma que foi, sabendo que falta muito pouco para coroar esse trabalho. A minha comemoração vai ficar para quarta-feira. No futebol, eu penso que você tem que garantir numericamente a conquista. Está muito próxima, porque o time está muito consistente, é muito comprometido, então precisamos muito pouco para concretizar", argumentou Marcelo Oliveira.

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