Um poema de concreto

Cidade investe em arte e arquitetura e vê aumentar o número de visitantes

iG Minas Gerais | Mari Campos |

Mari Campos
Do barco, turistas observam e registram ângulos da arquitetura de Chicago
Após enfrentar a duras penas a crise de 2008, a região central de Downtown Chicago revive a histórica manchete do “Chicago Tribune” após o grande incêndio (“Chicago renasce”), e assiste agora a um crescimento imobiliário. Grande parte dos novos e proeminentes edifícios abre também suas portas para a hotelaria, incluindo o recém-inaugurado Langham, e o Soho House, com abertura prevista para 2014. Com o desenvolvimento gerado pelo turismo de convenções, feiras e negócios (é o quarto maior mercado hoteleiro dos Estados Unidos, atrás apenas de Las Vegas, Nova York e Orlando), Chicago agora olha para uma nova fatia de mercado: o turismo de lazer. Tanto que o Choose Chicago, o escritório de promoção e eventos da cidade, abriu novos escritórios, no último ano, em dez países – inclusive no Brasil. Dizem que o nome Chicago, oriundo da tribo indígena nativa potawatomi, significaria algo como “grandioso”. Seria bem apropriado mesmo. Aclamada em musical da Broadway e no cinema, indissociável de suas histórias dos tempos de máfia, Al Capone, Eliot Ness e a Lei Seca (há até um Gangster Tour para os apaixonados pelo tema), entre parques, rio, lago, museus, restaurantes, mirantes como o Skydeck, compras, vida noturna e novos bairros, Chicago tem de tudo para o turista internacional. Apesar dos cerca de 8 milhões de habitantes em sua região metropolitana (muitos deles provenientes da América Latina, da Europa e da Ásia), a maior cidade de Illinois tem ruas limpas, gente amigável (disposta a solucionar qualquer dúvida de um turista) e vida cultural vibrante. Mas nem por isso é uma cidade cara.

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