Mais do que uma alma de atleta

Ator chegou a jogar basquete no Botafogo dos 15 aos 21 anos, mas se afastou do esporte por conta de uma contusão

iG Minas Gerais | márcio maio |

Pedro Paulo Figueiredo/CZN
Hobby. Jorge começou a praticar tênis com um amigo há nove anos e se apaixonou pelo esporte
O passado de atleta deixou saudades em Jorge Destez. O intérprete do protetor Leão de “Pecado Mortal” começou a jogar basquete aos 7 anos e chegou a ser tricampeão carioca pelo Botafogo, clube em que competiu dos 15 aos 21. Mas uma séria contusão no joelho o afastou das quadras e, consequentemente, dos esportes de grande impacto físico. Foi essa limitação que o aproximou das quadras de tênis, atividade que usa atualmente para relaxar da rotina de gravações da novela e, ao mesmo tempo, sanar a falta que sente da vida esportiva. “Como não existe contato físico, acaba sendo uma boa opção para mim. Me sinto mais seguro para jogar sem correr o risco de machucar meu joelho”, explica. As raquetes entraram em sua vida há nove anos, quando o melhor amigo, o advogado Cássio Haanwinckel, se mudou para a Barra, na zona Oeste carioca. Com a farta opção de quadras pelo bairro, os dois passaram a treinar descompromissadamente, de maneira extremamente amadora. “A gente não tinha o cuidado de escolher boas raquetes e bolas. Qualquer uma servia. Aos poucos é que a coisa foi ficando mais séria”, lembra Jorge, que chegou a contratar um professor para ter aulas com Cássio quando os dois decidiram incorporar o esporte à rotina da dupla. Antes de começar a partida, Jorge gasta cerca de dez minutos fazendo alongamento. Uma preocupação que o ajuda não só na questão da flexibilidade, mas também para evitar danos ao joelho. Quando as gravações de “Pecado Mortal” ainda não tinham começado, os encontros aconteciam pelo menos duas vezes por semana. Mas agora, com o ritmo de trabalho puxado, o ator comemora quando consegue jogar uma partida semanal. “Além de ser um esporte viciante, o tênis me ajuda a manter um condicionamento físico e a queimar calorias”, orgulha-se.

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