Torcida e mistério são as armas do Bahia em 'decisão'

Tricolor baiano luta para se afastar do risco de rebaixamento diante do Atlético, que apenas 'treina' para o Mundial de Clubes

iG Minas Gerais | AGÊNCIA ESTADO |

Felipe Oliveira / Bahia
Aos poucos, Cristóvão Borges vai dando bom padrão de jogo ao Bahia
Apenas dois pontos à frente do Vasco, primeiro time da zona de rebaixamento, o Bahia encara como decisão a partida contra o Atlético Mineiro, neste sábado, às 19h30 (de Brasília), na Arena Fonte Nova, em Salvador, pela 33.ª rodada do Campeonato Brasileiro. A intenção da equipe é garantir a vitória em casa porque nas próximas duas rodadas o time joga como visitante - contra o Santos, no Pacaembu, na quinta-feira, e contra o Náutico, na Arena Pernambuco, no outro domingo. "Essa é a nossa final de Libertadores", resumiu o volante Fahel. "Vamos entrar com muita fome. E cada bola vai ser um prato de comida". A partida será de casa cheia na Arena Fonte Nova. Um acordo entre o clube e a administração do estádio baixou o preço dos ingressos para a partir de R$ 20 - e toda a carga de entradas mais baratas foi esgotada na última quinta. O técnico Cristóvão Borges confia na força da torcida e no mistério na escalação para vencer o jogo. O último treino antes da partida, nesta sexta, foi realizado com os portões fechados. Estão confirmadas apenas as ausências do lateral-esquerdo Jussandro e do volante Feijão na partida, ambos suspensos pelo terceiro cartão amarelo. As vagas devem ser ocupadas, respectivamente, por Raul e Hélder. Por outro lado, o treinador pode contar com os retornos do meia-atacante Marquinhos Gabriel e do atacante Wallyson, recuperados de lesões. O primeiro é cotado a assumir a vaga ocupada pelo atacante Souza no empate por 0 a 0 com o Grêmio, no último fim de semana. Já Wallyson deve começar a partida no banco de reservas.

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