Atlético peca nas finalizações e empata sem gols com o Bahia

Alvinegro teve mais volume de jogo, desperdiçou boas chances de marcar e seguiu sem vencer fora de casa

iG Minas Gerais | THIAGO NOGUEIRA |

BA - BRASILEIRÃO/BAHIA X ATLÉTICO-MG - ESPORTES - Jô (c), do Atlético Mineiro, em lance da partida contra o Bahia, válida pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro 2013, na Arena Fonte Nova, em Salvador, neste sábado. 09/11/2013 - Foto: EDSON RUIZ/ESTADÃO CONTEÚDO
No ritmo de qualificação para o Mundial de Clubes no Marrocos, o Atlético  mostrou a força ofensiva que lhe deu fama, criou chances de vitória, mas ficou apenas no empate sem gols, nesta noite, em Salvador, contra o Bahia, que luta contra o rebaixamento. O resultado  nada mudou na tabela de classificação para o campeão da Libertadores, já classificado para a competição do próximo ano. O Galo segue na sexta posição, com 49 pontos, e pode cair para o oitavo lugar com os resultados deste domingo. “Valeu pelo empenho e a dedicação da equipe neste trabalho de preparação para dezembro”, resumiu o volante Pierre. Era a mesma equipe que goleou o Náutico na última rodada. Mesmo longe do Horto, o Galo esqueceu a condição de visitante e impôs um futebol para frente, tal como virou sua marca. Usando-se da velocidade de seus meia-atacantes e de rápidas trocas de passe, o time mineiro encurralou o Bahia dentro da Fonte Nova. No primeiro tempo, o Atlético criou pelo menos cinco boas chances de abrir o placar. Só faltou aquele capricho. Em uma das oportunidades, Lucas Cândido acertou a trave e, na sequência, Guilherme furou e Jô desviou leve para a defesa de Marcelo Lomba. O time pressionava a saída de bola baiana, variava os ataques e invertia as jogadas, assim como pede o técnico Cuca. O tricolor, mais nos contra-golpes, pouco exigiu de Victor. O Atlético voltou para a segunda etapa com o mesmo volume, mas pecando no último passe. Ao Bahia, faltava criatividade, embora as avançadas pela esquerda exigissem atenção da zaga alvinegra. O tempo passava e as chances de gol passaram a ser escassas de ambos os lados. Numa rara oportunidade, Marcelo Lomba salvou o arremate de Diego Tardelli. Com Luan, Neto Berola e Alecsandro, novos jogadores de ataque, o Galo renovou o gás, mas foi o tricolor gaúcho que quase saiu com a vitória no fim do jogo depois da linha burra da zaga atleticana. Victor salvou incrivelmente. O Bahia, no desespero contra o rebaixamento, teve que partir para a pressão. O Galo ficou nos contra-ataques, mas não conseguiu aproveitar. Agora, restam cinco jogos para os últimos ajustes até o Mundial: Internacional (casa), Portuguesa (fora), Goiás (casa), Fluminense (fora) e Vitória (casa). A expectativa do treinador é contar com Ronaldinho Gaúcho em um ou nos dois últimos jogos.

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